Ronaldo Rossi

Ronaldo Rossi é chef de cozinha autodidata, professor e consultor na área de gastronomia, cervejeiro, sommelier de cervejas, especialista em harmonizações e desenvolvimento de receitas com cervejas

11 Comments

  1. Flávia
    18 de março de 2010 @ 11:33

    acabo de conhecer seu blog (pelo google estava buscando como saber se o ovo está podre e me saiu vc) e de primeira já leio esse texto! divino!!! já está em meus favoritos…
    ah, sou brasileira e vivo no Mexico. n cozinho nada, absolutamente nada, mas adoro blogs de comida! hihihih

  2. Daniel
    19 de março de 2010 @ 11:22

    O mais difícil é fazer os colaboradores entenderem o que é esse respeito que a gente que cozinha com coração entende.
    Às vezes eu acho que eles pensam que tem que olhar para um peça de carne por exemplo e dizer: bom dia Sr. Flié como vai? Possso fatia-lo?
    Resumindo é difícil.
    Um abração.
    Até

    • Ronaldo Rossi
      19 de março de 2010 @ 12:07

      Sabe Daniel, parte da culpa disso é nossa
      tá certo que o povo não chega conhecendo isso, mas nós também acabamos pressionando os cozinheiros qdo a coisa aperta, não é verdade?
      depois que acabei esse post me lembrei de mais um monte de coisas que merecem respeito na cozinha e que se esquecermos disso chamar um teco de carne se SR Filé é pouco (adorei isso inclusive, hahahaha)
      não precisar ser chef de cozinha pra entender isso, vc leu ai o que eu falei da minha avó
      o importante é não desistir
      abração

  3. ellen
    31 de março de 2010 @ 09:29

    Parabéns, chef Rossi. Creio que vc já conheceu a felicidade da vida e a sapiência de saber viver. Digo isso pois senti que vive o seu trabalho com o coração e creio estar aí o segredo da felicidade. É inspirador e esperançoso, constatar que ainda existe isto. Eu sou bacharel em Direito e cozinho por prazer, já que na minha cidade (Santa Maria, interior do RS) a época que prestei vestibular não havia Gastronomia na Federal e para ser sincera, “cozinheiro/a” naquela época era “coisa de outro mundo”!!! Penso muitas “coisas” positivas enquanto cozinho, desejando aos que se alimentarão do que faço. Obrigada pelas suas palavras e seu exemplo! Ganhou mais uma admiradora!!! bejin

    • Ronaldo Rossi
      31 de março de 2010 @ 10:17

      oi Ellen
      obrigadíssimo pelas palavras
      conheço muitas pessoas, mas muitas mesmo que chegaram à gastronomia vindo de outras áreas
      eu adoro o que faço e já adorava mesmo antes de fazer profissionalmente
      nossos caminhos são refeitos todos os dias, em cada momento que tomamos alguma atitude, quem sabe não está chegando a hora de vc ficar de vez na gastronomia?????
      toda a sorte do mundo pra vc
      beijão

  4. ellen
    12 de abril de 2010 @ 09:51

    Ronaldooooo!!!! não acredito!!! você fez facul na São Camilo??? eu fiz minha especialização nela também!!! claro que na minha área, mas fiquei super feliz de saber!!!
    boa semana querido!

    • Ronaldo Rossi
      12 de abril de 2010 @ 13:50

      oi Ellen
      aqui em SP a SC é super forte na área de saúde
      até tem outros cursos tb, mas o maior reconhecimento é pela saúde mesmo
      beijão e boa semana pra vc tb

  5. Sarah
    8 de outubro de 2010 @ 01:09

    olá Ronaldo!
    adorei o que vc fala de colocar amor na comida pra dar certo…
    partcularmente não consigo mais “fazer um pão crescer”, literalente massas não são muito miha área, mas amo cozinhar; conclui um curso de gastronomia mas acabei prestando outro vestibular e atualmente estudo História (que tbm é um objeto de fascinação pessoal), mas entristeço em pensar q onde moro não há mercado para essa profissão tão gostosa…
    é triste cmo algumas pessoas pensam: “comida é só arroz e feijão” ou “comemos para suprir necessidades fisiológicas”, na verdade acredito que comer e em especial preparar uma bo refeição faz melhor ao espírito que ao corpo.

    Bj

    • Ronaldo Rossi
      8 de outubro de 2010 @ 13:42

      oi Sarah
      eu adoro história tb
      as pessoas que não valorizam a comida também não dão valor a muitas outras coisas, as que conheço são amargas e tristes
      mas não dá pra mudar isso, quem vive pra reclamar vai continuar fazendo isso, mesmo se vc servir a melhor iguaria e em talheres de ouro
      não fico mais bravo com isso, já fiquei bravo e triste e gastei muita saliva tentando argumentar, hj só tenho pena
      um brinde ao prazer da boa mesa
      beijão

  6. Iracema Bernacci Sánchez
    27 de abril de 2011 @ 18:23

    Vou dizer mais o quê?
    Vc disse tudo em seu texto, a partir de dona Lydia. O molho de tomates,feito em casa, o bife à milanesa,… Isso tudo, nos joga, de volta, à infância.E os temperos? Acho que o cheiro dos temperos , têm tudo a ver com “a casa da vó; da nonna”; eles nos perseguem pela vida afora.Digo isso, sem mesmo ter conhecido os meus avós!Talvez, pra compensar, um pouco, esse vazio, o meu pai sempre me falava sobre as comidas que a nonna fazia na Itália. E eu ficava imaginando a cara do prato, o cheiro, o sabor… Botava pra funcionar o meu instinto primitivo. (Cá pra nós, em matéria de comida, sou uma primata!Vc sempre desconfiou disso, confesse!)
    E vc completou com a coisa mais certa e mais bonita: o amor na Cozinha.Sem ele, a conta na farmácia aumenta, e muito! Faz um mal danado pra saúde!Tá certíssimo, Mr. RR!
    Vc sempre me surpreende, CHEF! Parabéns por mais essa!
    bjk da Vila, que tb está encantada

    • Ronaldo Rossi
      27 de abril de 2011 @ 19:13

      é Ira
      o dia que escrevi esse post tinha dado uma palestra uns dias antes e falei muito sobre isso pros alunos, do quanto eles deveriam de fato respeitar os alimentos, as receitas, os profissionais envolvidos…
      e logo depois conversei com amigos do twitter que compartilham do mesmo pensamento ou muito parecido pelo menos
      mas é isso mesmo, quem perde o prazer de comer, de dividir, de socializar já começou a perder parte da alma
      nem todos pensam assim, tem gente que acha normal comer a mesma coisa todos os dias, sozinho e na fente da tv, é uma questão de opção,
      ainda bem que não é a minha
      beijão pra vc e pra Vila