Como cozinhar espinafre
Sempre ouvia, desde garoto, a preocupação ao cozinhar o espinafre de preservar os nutrientes. Uma opção muito boa é o cozimento no vapor, coloque água para ferver e em uma panela própria para o cozimento no vapor, caso você não tenha uma dessas pode improvisar com uma peneira em uma panela.
Ou pode fazer, de forma mais simples, isso direto na panela.
Lave o espinafre e separe as folhas, coloque no fundo de uma panela um pouquinho de água, pouquinho mesmo, umas 3 ou 4 colheres, coloque as folhas do espinafre, tampe a panela e leve ao fogo baixo, de vez em quando mexa as folhas para que todas cozinhem por igual, quando estiverem moles escorra o pouco de água que pode ter sobrado e empregue na receita desejada.
Aproveite e já pique, isso facilita o processo, se quiser congele em copinhos descartáveis ou forminhas de gelo, isso facilitará da próxima vez que vier a fazer uma receita com espinafre.
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Dicas para abrir um restaurante II
Para ler a parte I, clique aqui
Continuando…
Agora é a parte gostosa, o desenvolvimento do cardápio, treinamento dos funcionários da cozinha, degustações, criação de receituário, fichas técnicas, custos, sistema de informática e treinamento de salão.
Posso dizer que até mais importante do que a escolha do cardápio é a fixação do preço, costumo dizer que “achismo” é uma ciência que eu não domino, trabalho com números e não com coisas que eu acho. Se o preço calculado foi alto o erro ficou nas escolhas anteriores, portanto, perceba como é importante fazer um trabalho pensado. Não é porque o seu vizinho cobra um X que você pode cobrar também, um que você não conhece a realidade dele, dois que ele pode ter ido no embalo de uma outra casa, que também pode ter cometido o mesmo erro. Olha o lucro virando prejuízo e o restaurante nascendo com data marcada para fechar, muito cuidado nessa hora, isso pode ser revertido facilmente.
Está quase nascendo, calma. Concordo que é muita coisa para um leigo, muita coisa que talvez além de não ter pensado antes, talvez nem soubesse que existisse ou fosse necessário. Seguindo, como as pessoas saberão que em breve haverá um restaurante ali? Isso é uma estratégia de marketing, e tem que ser muito bem feita, ou não adianta nada ter a melhor comida da região se as pessoas não souberem disso.
Inauguramos, estamos felizes e esperançosos, por mais uns 3 meses ainda considero o momento da abertura de uma casa nova, validação do cardápio, histórico de consumo, adequação de novos itens do cardápio, controle de estoque, compras, saídas, perdas…
Se eu pudesse dar uma única dica seria: procure um profissional.
Franquia é uma palavra comum hoje em dia, mas no começo as pessoas torciam o nariz imaginando ter que pagar pela criação do seu negócio próprio, a fórmula deu tão certo que isso nem é mais encarado com um problema, o mesmo vale para a consultoria gastronômica, somos o suporte técnico, assim como uma franquia, a única diferença é que todo o dinheiro no final do mês vai para o seu bolso.
Bem mais interessante não é?
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Dicas para abrir um restaurante I
Lá se vão 11 anos desde o primeiro restaurante, de lá pra cá já somo 37, nem todos foram inaugurados por mim, vários já funcionavam, mas não bem o suficiente para deixar os seus proprietários satisfeitos, ai entra o trabalho do consultor gastronômico.
Esses dias recebi alguns e-mails pedindo dicas para abrir um restaurante, um bar e até uma rotisserie, resolvi então fazer um post imaginando que com isso poderei ajudar outras pessoas também.
A primeira coisa é escolher o estilo do restaurante, muitas pessoas imaginam que o mais importante é o ponto comercial, mas imagine o seguinte: tenho um ponto maravilhoso na periferia da cidade, e quero fazer um restaurante com a mais alta gastronomia francesa, será que terá futuro? Provavelmente não.
Uma vez escolhido o estilo do restaurante vá procurar o ponto, veja quem está em volta, ou mesmo quem está por perto, quem são os seus concorrentes e se o seu público alvo teria acesso fácil ao restaurante (lembre do exemplo ai de cima).
Até agora foi fácil, agora começa a burocracia e a parte mais desgastante: abertura da empresa, validação do projeto junto aos arquitetos, reformas, escolha de um nome fantasia, escolha do layout do restaurante, escolha da linha do cardápio, seleção e contratação do pessoal, compra dos equipamentos da cozinha e montagem do salão.
Essa é uma fase que se não for bem feita pode comprometer todo funcionamento da casa. Alguns clientes me contrataram nesse ponto e para suas surpresas tudo o que me pagaram saiu de graça, como assim? Mandei devolver equipamentos que não precisariam ter sido comprados, mais caros do que o meu pagamento, fiz isso com montagem de salão e mesmo na contratação da mão de obra, ou seja o investimento em consultoria acabou sendo um bônus em relação ao preço total do trabalho.
Amanhã tem mais,
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Dicas para fazer arroz de forno
Vamos ser justos, fazer arroz de forno é uma das coisas mais simples da cozinha, mesmo quem não sabe nada de cozinha se tiver todos os ingredientes preparados na mão consegue fazer uma receita cheia de glamour.
Misturar arroz pronto com molhos e outros ingredientes, colocar um pouquinho de queijo e levar ao forno, parece fácil não é? E é mesmo.
As receitas são infinitas e cada uma delas resulta em um prato completo, equilibrado e que se acompanhado se uma saladinha é uma opção muito boa pra uma refeição rápida e que não precisa ser preparada na hora, pouco antes de servir é só colocar o refratário no forno e esperar que o calor faça a sua parte.
Posso dar de dicas aqui:
Deixe sempre o arroz úmido, com o molho, seja ele branco, vermelho, rosê, creme de leite ou qualquer outra variação. Se o arroz não estiver umidinho vai secar demais no forno.
Lembre-se da montagem de um bolo (massa, recheio, massa, recheio, massa e cobertura) e faça montagem igual, não coloque muito arroz e nem muito recheio em camadas únicas, é melhor fazer camadas a mais, os ingredientes ficaram mais bem divididos.
Não use fatias inteiras de frios e nem pedaços grandes de outros ingredientes, lembre-se que serão servidos com colher e se a colher não conseguir cortar esses ingredientes o seu arroz desmoronará. Prefira ingredientes picados ou ralados.
Quando for colocar bacon, linguiça, ou outro ingrediente que ainda não dever ser consumido cru ou com pouco cozimento, faça esse cozimento antes e acrescente na preparação.
Nem arroz arbóreo nem arroz parboilizado, o arbóreo ficará muito grudado e o parboilizado muito solto, o agulinha do dia a dia é a melhor opção.
O arroz de forno pode ser montado um dia antes e ser mantido na geladeira, nesse caso coloque no forno coberto com papel alumínio por uns 20 minutos, depois tire e deixe gratinar, o uso do alumínio fará com que o arroz não seque.
Agora é escolher a receita e deliciar-se,![]()
Pudim com ou sem furinhos?
Qual é o certo, em se tratando de pudins, com ou sem furinhos?
Tanto faz, respondo, é só uma questão de gosto. Eu, particularmente, prefiro sem os furinhos, principalmente o pudim de laranja; o que não quer dizer que eu não goste dele furadinho, só preferência mesmo.
O pudim de leite não faz muita diferença, prefiro sem furinhos também, mas a textura quando furadinho me lembra sobremesa rústica, com cara de interior.
O caramelo é um capítulo à parte, poucas coisas completam tão bem uma sobremesa e é por isso que o pudim de leite diet não tem graça, porque o adoçante não caramelisa.
E como fazer para o pudim ficar com ou sem furinhos?
Já ouvi pessoas dizendo para bater no liquidificador por 15 minutos, nossa, haja motor de liquidificador, é muito mais fácil do que isso, só um ingrediente a mais, uma colher de amido de milho batido junto com os demais ingredientes vai garantir um quitute lisinho. De resto nada importa, bater muito, bater pouco, só misturar, fazer mandinga, não precisa nada disso.
Ah, a dica do amido de milho vale para qualquer tipo de pudim.
Por Ronaldo Rossi
Como identificar ovo podre (recebido pela internet)
Existe coisa mais desagradável e nojenta do que estrelar um ovo podre? Pior ainda quando tem um pinto dentro.
Existe um método bem simples e curioso, usado por nossos avós, para comprovar não somente a caducidade senão como o tempo de posta.
Sabe como?
O básico é verificar as datas da posta e do consumo geralmente impressas na caixa (prefira as de papelão e ignore as de isopor).
Ainda assim há casos onde o distribuidor do produto simplesmente troca os ovos de caixa quando vencidos.
Coloque o ovo em um copo cheio de água. Se ele flutuar, jogue no lixo, mas se permanecer no fundo, ele está fresquinho.
Já para saber o tempo que foi posto é só observar a sua inclinação segundo a imagem abaixo:

Posição horizontal, no fundo: 1/2 a 2 dias;
Formando um ângulo de 20 graus: posto faz 3 a 5 dias;
Formando um ângulo de 45 graus: posto faz 6 a 8 dias;
Formando um ângulo de 60 graus: posto faz 9 a 14 dias;
Em posição totalmente vertical e reto: posto faz 15 a 30 dias;
Se flutuar na superfície: Mais de um mês… lixo.
A explicação deste fenômeno é bem simples: o ovo vencido flutua porque formam gases em seu interior devido à deterioração interna.
Desconheço a autoria desse e-mail, o que é uma pena, pois com o trabalho de passar tantos detalhes o autor mereceria ao menos um parabéns.
A esponja na panificação
Esponja, na panificação, é o nome dado a uma primeira fermentação feita com o fermento, um pouco do açúcar, água e pouca farinha de trigo.
Recebe esse nome porque a sua aparência lembra muito uma esponja. Como é feita com pouca farinha o fermento consegue agir rapidamente, e cria bolhas de CO2 nessa massa, o que lembra a conhecida esponja.
O uso da esponja é importante quando a massa for muito pesada, como uma massa doce por exemplo; quando o pão precisa ficar pronto mais rapidamente, pois acelera o processo de fermentação; desenvolver uma boa cadeia de glúten, etc…
Fora as vantagens já mencionadas acima, o uso caseiro da esponja permite saber se o fermento está em bom estado ou não e com isso economizar os demais ingredientes do preparo.
Por Ronaldo Rossi
E se a batata estiver muito aguada?
Essa é uma dúvida comum de qualquer pessoa que já tenha feito gnocchi (nhoque), salgadinhos com massa de batata, pão de batata, tortas com batata na massa e qualquer outra preparação que a batata cozida seja acrescida de farinha de trigo.
Quando a compra da batata é feita na feira é só perguntar ao batateiro qual é a melhor variedade para fazer gnocchi, ele falará, nos supermercados isso não é possível. Minha avó já fazia isso e foi com ela que eu aprendi, perguntar não custa nada e a feira é muito mais divertida.
Mas vamos imaginar que as batatas já estavam lá quando você chegou e que nos seus planos está fazer gnocchi, o que fazer sem saber se as batatas são boas ou não?
Vamos desde o começo, lavamos as batatas e não descascamos. Se as batatas forem ser cozidas na panela com água e sal elas absorveram menos água. Se as batatas forem cozidas no microondas precisam da casca para que não ressequem completamente, nesse caso fazemos uma série de furos com garfos e colocamos os tubérculos em um prato, sem água e deixamos cerca de 8 min. Vale lembrar que os microondas e as batatas são diferentes e que quanto mais batatas temos para cozinhar, maior será o tempo necessário, faça o teste do garfo, se estiver macia está pronta.
Uma vez cozida precisamos espremer, isso é normal, mas é nessa hora que percebemos de quanta água estamos falando. Se estiver aguada coloque em uma panela e coloque essa panela em um fogo bem baixinho, não pare de mexer, as batatas ficarão sequinhas e poderão ser usadas nas preparações. Não dá pra precisar esse tempo, mas não tenha pressa aumentando o fogo, tem que ser baixo e com bastante calma mesmo.
Só mais uma dica, espere as batatas esfriarem, não completamente para não ficarem granuladas demais, mas durante a perda de calor continua a evaporação e consequente eliminação de água.
Essa mesma técnica vale para abóbora, mandioca, mandioquinha, cenoura e o que mais vocês estiverem utilizando e estiver muito aguado.
Por Ronaldo Rossi
Como conservar bananas (recebido pela Internet)
Desconheço a autoria da matéria e da iniciativa, recebi via internet esse texto e essas fotos abaixo, exatamente da forma que os reproduzi aqui, caso alguém conheça o autor me mande, por favor, pois merece muito crédito, Ronaldo Rossi
Quando comprar banana, chegue em casa e corte todas da penca,
da forma que foi cortado nas fotos.
Com tesoura ou faca, para evitar 2 problemas:
01 – mosquito;
02 – e conservar por mais tempo sem deteriorar a ponta.
Normalmente a banana madura se separa da penca até mesmo pelo peso.
Quando isto acontece, ela começa a melar aparecendo aqueles mosquitos de
fruteira, além de oxidar e estragar mais rápido.
No dia seguinte ao corte, a banana já esta com a ponta seca e fechada,
conservando íntegra por uma semana.
A última foto mostra a banana madura com 1 semana, bem preservada e com
a ponta parecendo um umbigo seco.
Eu recomendo, vale a pena e não atrapalha em nada o amadurecimento.







As três faces da terrina

A palavra terrina tem mais de um significado e até onde eu conheço todos eles são ligados ao maravilhoso universo da gastronomia.
Em Portugal chamam terrina uma espécie de sopeira, lá e aqui é uma espécie de assadeira (retangular como uma de bolo inglês, porém maior) usada para preparar uma receita tradicional que também leva esse nome.
Os ingredientes da terrina podem ser homogêneos (semelhantes a um patê) ou em pedaços (como legumes em tiras, cortes de carne, queijos, etc) e depois de colocados na terrina (assadeira) são assados em banho-maria e servidos fatiado
s, normalmente como entradas podendo ser acompanhados de molhos, saladas ou algum outro elemento que lhe confira um contraste de sabores.
Há a possibilidade de preparar sobremesas com esse nome também, terrina de chocolate, de frutas vermelhas e mesmo a combinação mais brasileira de todas “Romeu e Julieta” tem um sabor indescritível.
Por Ronaldo Rossi




