Bar do Elias

O bar, muito elegante, fica próximo ao Palestra Itália. Desnecessário informar que o dono, o filho do dono e os freqüentadores do bar, em sua maioria, são torcedores do verdão. Mas há espaço para todos!
Food: o cardápio é bastante atrativo. Pratos com massas, tábuas de frios, petiscos, bolinhos e carnes na chapa. A picanha é deliciosa e quem faz o ponto é o cliente. A peça chega ‘sangrando’ e acompanha farofa e vinagrete.
Drink: o chopp é bem tirado e a caipirinha de lima-da-pérsia é muito boa. Mas o clima do bar pede um bourbon ou um vinho para acompanhar os pratos.
Sports: nos telões, os clientes acompanham os jogos da rodada. Quando o Palmeiras joga, o bar lota, óbvio. Alguns torcedores que não conseguem entrar no estádio ou preferem assistir ao jogo confortavelmente se dirigem ao Bar do Elias.
Fun: música ao vivo, bem variada. De MPB à música sertaneja, passando pela Bossa Nova. Os freqüentadores se revezam no som. Acompanhei a estréia de Bruna Moraes, uma garota de 14 anos com uma doce voz que cantou O Barquinho e Chega de Saudade. Nos teclados, um músico da banda do Roberto Carlos (excelente tecladista que infelizmente não vou lembrar o nome). Uma moda sertaneja com o pessoal que fazia ‘esquenta’ para o Villa Country fechou a noite de quinta-feira.
O lugar é bastante agradável e freqüentado por pessoas com mais de 35 anos. A maioria já se conhece e fica circulando de mesa em mesa, falando sobre trabalho, futebol e outras coisinhas do cotidiano, enquanto apreciam uma boa bebida e um bom som.
Bar do Elias – Food, Drink, Sports & Fun
Rua Caraibas, 224
Perdizes – São Paulo, SP
Tel: (11) 3873-3163

Karla Pierri é administradora de empresas, crítica de bares amadora, comilona e palpiteira profissional e assina semanalmente a coluna de bares do blog
karla_pierri@hotmail.com
FAVELA ITAIM

Na agitada Atilio Innocenti, na primeira esquina saindo da JK, está uma das filiais do Bar Favela. Além desse endereço, há uma unidade também em Moema.
A decoração mostra porque o bar tem esse nome: lembra realmente algumas casinhas de favela, com direito a estátua de São Jorge, roupas velhas no varal, cortininha de anéis de latinha nos banheiros e portas com a pintura descascada.
O cardápio é hilário. As batidas têm nomes como Pancadão, Pé Inchado e Viagra nas versões Assalariado “levanta difunto” e do Patrão “esse não falha”. Para comer, o Espetinho de Gato Persa (picanha), de Gato Vira-lata (alcatra), “cocrete” de carne ou de mandioca com queijo. Este último é delicioso. Peça o prato com um mix de bolinhos para experimentar também do de abóbora com carne seca.
O chopp é Sol, reposto sem necessidade de pedir. Os garçons já circulam com os copos cheios e esperam ansiosamente para que você dê o último gole para trocar o copo.
Na quinta-feira há música ao vivo a partir das 19h. Uma MPB levezinha enquanto o pessoal começa a beber. Por volta das 22h, o ‘banquinho e violão’ dá lugar a uma variedade de sons em formato acústico: o mesmo músico toca axé, reggae, pagode, sertanejo, forró, pop, rock nacional… ufa! Neste momento a galera começa a se animar e tenta dançar entre as mesas. Quase todos estão de pé, aproveitando para paquerar. Uma hora da manhã e o povo continua animado, mesmo sabendo que ainda há uma sexta-feira pela frente.
Bar Favela – Itaim
Rua Prof. Atílio Innocenti, 419
Itaim Bibi – São paulo, SP
Tel: (11) 3848-6988

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BRASAMORA

O Brasamora costumava ser um bar de segunda opção, onde os frequentadores do Veloso ocupavam as mesas por falta de espaço no vizinho. Mas o Brasamora tem os seus atrativos.
O ambiente é bem descontraído, com clima de boteco e garçons muito atenciosos. Nas paredes, recortes de revistas antigas, dos anos 1970/80, com algumas propagandas interessantes e nostálgicas. Como o público está na casa dos 30 anos, é fácil se identificar com alguns recortes, como do Leite Moça e da Minancora, dentre outros anúncios que estampavam as revistas dos nossos pais.
Para beber, as famosas caipirinhas. Receitas do premiado barman do Veloso, experimente a excêntrica mistura de limão com gengibre: é simplesmente o máximo! Se quiser ficar no basicão, a de frutas amarelas é uma ótima pedida, assim como a de lima-da-pérsia. Chopp Brahma bem tirado também é uma boa pedida!
As coxinhas são iguais às do vizinho, mas chegam mais rápido. Os bolinhos de camarão, com um grande camarão abraçado pelo creme e pela massa com casquinha crocante, também são iguais. Parece que o forte do Brasamora são as carnes. Senti o cheiro da picanha e da maminha na chapa e já entendi o porquê. Mas não foi desta vez que experimentei estes pratos. Fica para a próxima!
O forte destes botecos da rua da caixa d’Água é a localização próxima ao metrô. Para quem não tem carro ou simplesmente quer tomar todas, basta descer na estação Vila Mariana e caminhar três quarteirões.
Brasamora
Rua Conceição Veloso , 48
Vila Mariana – São Paulo, SP
Tel (11) 5083-0858

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Garuda Bar

Garuda é um deus hindu que se assemelha à grande fênix: “aquele que renasce das cinzas”. O lugar tem referências indonésias e parece uma grande cabana balinesa.
O ambiente é bastante descontraído, frequentado por grupos de amigos e famílias. As mesas são grandes, sem aperto. Nas quintas e domingos há música ao vivo: pop e MPB. Na sexta a casa faz o festival do mojito. Um dos drinks tem 1 litro e meio e é servido num copo gigante! É praticamente um balde de mojito, com vários canudinhos. Aqueles grupos de amigos podem dividir a bebida. Também há cerveja ‘de casco’, muito rara hoje em dia. Apesar de o bar ser patrocinado pela Primus, encontramos Original, Bohemia e outras cervejas de garrafa, além de chopp de vinho Autêntico.
Os garçons são bastante simpáticos e dão dicas dos pratos aos frequentadores. Fiquei animada para experimentar o queijo mineiro na chapa, mas acabei pedindo o bolinho de batata recheado com queijo. Gostei do prato, mas fiquei arrependida por não ter pedido o queijo. Bem, voltarei lá para provar!
A Rua Serra de Bragança é famosa pelo McDonald´s lotado e pela Cervejaria Paulista, um dos poucos bares que sobrevivem por muitos anos no Tatuapé. O Garuda é uma boa opção próxima à Praça Silvio Romero e abre aos sábados e domingos a partir das 14h. Só não dá para assistir ao jogo, pois há um único telão na casa. De qualquer forma, você pode ir para aproveitar o ambiente hindu para relaxar e bater papo.
Guaruda Bar
Rua Serra de Bragança, 584
Tatuapé – São Paulo, SP
(11) 4508-3555

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Dona Flor

O bar Dona Flor fica em Moema, do lado dos passarinhos, na esquina da Canário com a Sabiá. É um boteco chique, com um pé direito enorme, super arejado, frequentado por gente bonita.
Para beber, inúmeras caipirinhas, caipiroscas e saquerinhas. Mas o bom de lá, mesmo, é o chopp: Kaiser, Sol, Heineken ou Xingu. Eu, que sempre achei que o chopp Brahma é essencial em um bom bar, fiquei surpresa com o chopp do Dona Flor: em copo tulipa, muito bem tirado, com espuma cremosa e bem gelado. Muito bom!
As comidinhas do boteco são muito bem servidas. A porção de Shitake e Shimeji é uma delícia, assim como o bolinho de abóbora com carne seca.
O clima do lugar fica ainda melhor quando é uma sexta-feira como temos tido nas últimas semanas: bastante calor, com noites lindas e estreladas. A casa é linda, cheia de plantas, mesas apertadas. Dá para ir num Happy Hour, dá para jantar com os amigos, dá para conhecer gente nova. Os garçons são muito simpáticos, a comida é boa e o chopp é fantástico. Realmente não tem como não se encantar com o Dona Flor.
Dona Flor Bar & Restaurante
Rua Canário, 480
Moema – São Paulo, SP
Tel.: (11) 5052-5729

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CAFÉ PIU PIU

Quando contei ao Ronaldo que iria num aniversário no Piu Piu, ele perguntou: e o aniversariante tem mais de 30, certo? Não, o aniversariante completou 26 anos e resolveu comemorar num lugar, segundo ele, de fácil adesão! Muita gente conhece, quase todos gostam. Então, sábado passado estive lá.
O lugar que já era cheio nos anos 1990, continua abarrotado. Uma observação: tem que levar dinheiro vivo para entrar, nada de cartão. Conseguimos uma mesa no mezanino e estávamos prontos para curtir a noite por uma hora a mais!
Segundo orientações do meu nutricionista (coincidentemente: Ronaldo Rossi) alternei doses de gim com tônica diet e água. Coisas da dieta! Mas o lugar já ganhou pontos por ter água tônica diet.
No cardápio há boas opções de destilados, Chopp Brahma e Bohemia long neck. Para comer, bolinhos da batata (parecido com um tempurá, mas com batata palha no lugar dos legumes) e batatas fritas! Sim, são crocantes e deliciosas.
A banda Almanak começou a tocar 23h30 (do horário novo), então assistimos DVDs clássicos enquanto esperávamos: CCR, The Doors, U2… passou rápido. E a banda é ótima! E o tempo continuou a passar rápido demais.
O público deve ser o mesmo que freqüentou a casa no passado: média de idade de 30-35 anos, a maioria homens. Comentário adicional: o banheiro continua pequeno, mas as mulheres têm bebido mais. Então, lá pelas 2h da manhã o lugar ficou intransitável, com muita mulher passando mal.
Enfim, vale a pena retornar ao Piu Piu nos anos 2000! Quem curtiu vai continuar gostando e, quem não conhece, vai passar a gostar.
Café Piu Piu
Rua 13 de Maio, 134
Bixiga – São Paulo, SP
(11) 3258-8066

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VISEU CONFRARIA & BAR

Depois de duas semanas de molho, sem poder sair e beber, voltei à ativa na quinta-feira. Conheci um bar no Tatuapé, bem legal, chamado Viseu.
O atendimento é muito bom. Encostei-me ao balcão com minha amiga Cleide para bater papo com os barmen: Vitor, Leandro e Bruno. Três rapazes muito simpáticos, habilidosos com as garrafas. Resolvi experimentar a caipirinha de frutas vermelhas. Uma delícia! Vitor disse que ‘foi com um toque especial: um pouco de leite condensado’.
O salão é bastante grande, parecido com uma lanchonete dos anos 1980. Os garçons são bem prestativos e o gerente da casa (vou ficar devendo o nome dele) foi bem receptivo. Minha amiga disse que no primeiro dia em que foi lá, foi mal atendida e reclamou. Depois disso, todos na casa a recebem de braços abertos, preocupados com a imagem do primeiro dia. Cleide diz ‘ah, nada como reclamar!’. E ela tem razão! Se for apenas para criticar a casa e nunca mais voltar, deixamos de dar um toque para os gerentes ou donos. Mas, se nossa intenção é virar um cliente, vale muito à pena dizer o que não gostou. Deu certo! E não foi porque ela reclamou não: ‘outros amigos vieram aqui e disseram que o atendimento foi bom, não acontece só comigo’.
Bem, até por ser perto da minha casa, tenho certeza que voltarei mais vezes… preciso conhecer as outras caipirinhas!
Viseu Confraria & Bar
Rua Francisco Marengo, 699
Tatuapé – São Paulo, SP
(11) 2295-5984

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Frangó

Em 15/12/2008, na minha estréia como palpiteira neste blog, escrevi sobre o Bar Veloso. Na minha opinião, onde se come a melhor coxinha do mundo.
Bem, como recebi várias manifestações contrárias, alegando que a coxinha do Frangó é bem mais gostosa, resolvi conferir. Mas quero deixar claro: palpite é palpite, não tem muita lógica. Afinal, o especialista em gastronomia é o dono deste blog. Eu apenas gosto de beber e comer, sem conhecimentos técnicos para julgar.
O Frangó fica no Largo da Matriz da Freguesia do Ó, zona oeste de São Paulo. Não se chega sem consultar o guia. E torça para cair do lado certo da praça: no sábado ou domingo à noite a circulação é intensa.
O lugar é pequeno e sem muito conforto. Mas isto não importa! Vamos ao que interessa!
O serviço: você se sente bem só por ler a camiseta dos garçons – J’aime coxinha chez Frangó (eu amo coxinha no Frangó). Como o lugar é um labirinto, eles demoram um pouco para aparecer. Mas dedicam-se totalmente ao seu pedido enquanto você decide qual cerveja vai tomar.
A cerveja: ou quase qualquer cerveja do mundo. Perfeito! Mesmo quem não vai atrás da coxinha pode ir ao Frangó para beber. Existe até um esquema onde por um valor único você pode degustar diversas cervejas, de vários lugares – Alemanha, Bélgica, Holanda, Irlanda, Inglaterra, Escócia, México, Argentina, Uruguai… e Brasil (Serra Malte, Baden, Petra). É uma maravilha, mas só para experimentar, já que você não pretende descer de lá rolando pela ladeira, certo?
Então vamos lá… a Coxinha: cheguei à conclusão que não dá para comparar à do Veloso. Simples: são diferentes. O recheio do Veloso é muito mais gostoso, mas a coxinha do Frangó é mais crocante. Você pede uma porção e, mesmo que por um milagre ela fique na mesa por uma hora, continua crocante. O tempero do frango é melhor que do Veloso, mas o recheio é um pouco mais seco.
Não, não dá para comparar. Eu continuo pensando no Veloso como o lugar com a melhor coxinha do mundo. Mas eu indico o Frangó pelos complementos: as opções de cervejas valem o trajeto tortuoso para chegar lá.
Quer coxinha? Vá no Veloso! Quer mais que coxinha? Vá no Frangó!
Frangó
Largo da Matriz Nossa Senhora do Ó, 168
Freguesia do Ó – São Paulo, SP
(11) 3932-4818

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Bares – Versão Verão

Todo início de ano eu coloco na lista de resoluções o seguinte item: não passar o Reveillon na Praia Grande. Pois todo ano eu quebro a resolução e… vou para a Praia Grande receber o novo ano. Eu e milhões e milhões de pessoas!
Definitivamente, é o maior bar a céu aberto do mundo. E funciona 24 horas! São tantas emoções que vou tentar listar itens pitorescos sobre este bar:
- Na preparação para ir à praia, além das cadeiras, guarda-sol e brinquedinhos, a maioria das pessoas pega um pequeno (ou grande) isopor e enche de latinhas de cerveja. É um item praticamente obrigatório;
- Se não levam o isopor, ficam perto de um quiosque ou uma barraca e já abrem uma continha. Acho que os donos destes lugares devem levar muito prejuízo. No auge da bebedeira, depois de um dia inteiro na praia, quem vai lembrar de pagar a conta?;
- Adolescentes bebem (e muito), principalmente aqueles que vão em turma. Estes grupos certamente alugaram um ‘kit’ e aguentam a superlotação por alguns dias, dividindo um banheiro, deixando as bermudas espalhadas, enchendo o apê de areia;
- À noite o negócio fica ainda pior. Pessoas passeiam pela orla com uma latinha na mão e um isopor a tiracolo. Ou andam com uma garrafa de vinho (bem do safado), dividindo o gargalo com a galera.
Não me arrependo de acompanhar a virada na Praia Grande. É uma oportunidade única de assistir coisas muito bizarras: carrões equipados com um som ensurdecedor, tocando o funk do momento (ou outras aberrações como ‘chupa que é de uva’ ou ‘senta que é de menta’), formação de arrastões, batidas policiais com prisões e guinchos. É uma maravilha observar a sociedade e o comportamento das pessoas em um ambiente diferente da capital. É também perigoso, claro.
O que quero dizer com tudo isso é que não há bar mais democrático no mundo do que a praia. Os paulistanos levam as latinhas de Skol ou Brahma, o pessoal do interior leva sua Conti, os ‘emos’ levam seu vinho Chapinha, os playboys levam sua Vodka Absolut com Red Bull, as mocinhas tomam as batidas de côco ou maracujá (com bastante leite condensado, por favor). Vi pessoas pedindo conhaque ou pinga! Vi homens com as mãos manchadas por causa do limão da caipirinha! Vi realmente de tudo… e, sinceramente, adoro passar o Reveillon na Praia Grande!!!

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Leia também:
Stones

É baladinha! Afinal, prá beber não é preciso ficar sentado na mesa!
O Stones é um casa muito bonita, com dois ambientes. Na parte de fora, plantas e um pequeno píer tornam o lugar bem agradável, arejado. Algumas mesas estão espalhadas e tem um showzinho ‘banquinho e violão’ para quem chega cedo.
A partir das 23h30, a banda começa a tocar na parte de dentro. O lugar não é tão bonito como o lado de fora, mas se você conseguir ficar no mezanino, pode ver a agitação toda sem ser empurrado.
Tem que chegar cedo, antes das 22h30. Depois, a fila é enorme e o lugar começa a ficar apertado. Melhor ficar perto do bar e não sair de lá caso não goste de contato físico com estranhos.
As bandas são muito boas. A galera vai para ouvir rock n´roll, paquerar e beber. Um lugar equilibrado (isso é incrível!) e em algumas vezes acaba tendo mais homens que mulheres (isso é quase um milagre!).
Para beber, Long Neck Bohemia ou Smirnoff Ice. Com moderação, pois os banheiros são pequenos e você ainda terá que empurrar muita gente prá chegar lá.
As horas passam muito rápido. O público é composto por pessoas na faixa dos 30, a maioria da Moóca ou Tatuapé. Se achar que a fila para pagar a conta está grande, tome um café!
É prá ir desencanado, a fim de curtir um rock e beber sem se preocupar com a lotação!
Stones Music Bar
Av. Professor Luis Ignacio de Anhaia Mello, 2935
Vila Prudente – São Paulo, SP
(11) 2211-1225

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